O BARCO E A ILHA

O BARCO E A ILHA - Acrílica sobre tela - 60 x 90 (Paulo Jorge)

COLEÇÃO PARTICULAR

Paisagem natural de Cabo Frio – RJ, mostrando a entrada do “Canal do Itajuru” (conexão da “Laguna de Araruama” ao oceano). Em primeiro plano está um cais particular; em segundo, um barco ancorado e em terceiro plano a “Ilha do Japonês” (ponto turístico com praias belíssimas). Ao fundo , o “Morro do Farol” com sua trilha de caminhada (acesso ao mirante e à “Praia Brava“). No fundo do cais (lado direito), vemos vários barcos ancorados que pertencem a uma famosa industria pesqueira local, cujo prédio também está visível. Atrás dessa construção, vemos o “Mirante da Boca da Barra“, e, muito distante, uma elevação montanhosa do “Arral do Cabo” (cidade vizinha).
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Natural landscape of Cabo Frio – RJ (Brazil), showing the entrance to the “Canal do Itajuru” (connection of the “Laguna de Araruama” to the ocean). In the foreground is a private pier; secondly, an anchored boat and in the third level the “Ilha do Japonês” (a tourist spot with beautiful beaches). In the background, the “Morro do Farol” with its walking trail (access to the viewpoint and “Praia Brava“). At the bottom of the pier (right side), we see several anchored boats that belong to a famous local fishing industry, whose building is also visible. Behind this construction, we see the “Mirante da Boca da Barra“, and, very far away, a mountainous elevation of “Arral do Cabo” (neighboring city).

PASSO A PASSO – STEP BY STEP


BALNEÁRIO DE SÃO PEDRO

BALNEÁRIO DE SÃO PEDRO - AST 40x60 (Paulo Jorge)

DISPONÍVEL

A FLOR E A PRAIA

A FLOR E A PRAIA - AST 20 x 30 (Paulo Jorge)

COLEÇÃO PARTICULAR

A FLOR E A PRAIA

Acrílica sobre Tela – 20 x 30 (Painel)

Pintura baseada em foto do perfil pessoal de Achilles Pagalidis no Facebook (https://www.facebook.com/achilles.pagalidis), com a devida autorização do autor. Ele, professor e pesquisador incansável, é responsável pelo grupo MEMORIAL CABO FRIO (https://www.facebook.com/groups/2627635303993761), com excelente documentação sobre a Região dos Lagos.

A obra foi utilizada como ilustração do artigo PINTURA EM PAINÉIS, publicado no meu portal PJ.Artes, e na REVISTA ALDEIA MAGAZINE.

Ipomea pes-capraeconhecido popularmente como salsa-da-praia e pé-de-cabra, é uma espécie de planta bastante comum no litoral[1] de regiões tropicais e subtropicais. São plantas herbáceas, reptantes e halófitas da família taxonômica Convolvulaceae. Seu caule estende-se pelo terreno arenoso, emitindo raízes pivotantes em série, de modo que é possível erguer partes do corpo do organismo que permanecem “soltas”, sendo considerada responsável pela fixação de dunas e areias litorâneas.
Seu nome em latim pes-caprae vem de “pé de cabra”, devido à forma que suas folhas apresentam – os folíolos bilobados formam um “V”, lembrando a ponta do pé de cabra. Apresenta vistosas flores azuladas ou albas e fruto capsular.[2] Possui látex.[1]
(Trecho do artigo Ipomoea pes-caprae, extraído da Wikipedia).

CASA DA FLOR

CASA DA FLOR - Acrílica sobre Tela 50 x 70 (Paulo Jorge)

VENDIDA

Acrílica sobre Tela – 50 x 70

Tributo a Gabriel Joaquim dos Santos

Gabriel, Bié de Vinuto, era um grande sonhador
Comparado a Gaudí, o arquiteto catalão
O primeiro nasceu pobre, mas grande trabalhador
O segundo, moço fino e com bela formação

Sonhava com uma casinha toda enfeitada em flor
Na salina, sob o sol, ganhava a vida com as mãos
Gabriel, Bié de Vinuto, era um grande sonhador
Comparado a Gaudí, o arquiteto catalão

Recolhia todo caquinho para o sonho motivador
Na folga da lida dura, começou a construção
A Casa da Flor brotou — arte com coração
Nela viveu feliz — na vida, venceu a dor
Gabriel, Bié de Vinuto, era um grande sonhador

Paulo Jorge dos Santos
São Pedro da Aldeia, 16/08/2022.


Poema em formato Rondel escrito para publicação no segundo volume do livro “A Aldeia de Pedro – Antologia Poética” (Aldeia Editora). Minha singela homenagem a Gabriel Joaquim dos Santos, cujo pai — Sr. Benevenuto — foi escravo. Trabalhador simples nas salinas da região, construiu a “Casa da Flor”, sozinho, com as próprias mãos. A casa é toda decorada por belos mosaicos em forma de flor, montados com argamassa e caquinhos de cerâmica, louça, lâmpadas queimadas, ladrilhos quebrados, vidros, conchas e pedras que encontrava nas ruas, com potencial para compor a decoração. Como ele mesmo dizia: “Uma casa feita de caco e transformada em flor”. A obra, hoje tombada pelo IPHAN e INEPAC, é comparada com as belas edificações do arquiteto espanhol Antoni Gaudi. Ambos tinham paixões em comum: amavam a natureza e a religião! Enquanto um dispunha de patrocinadores e recursos, tendo construído palácios, catedrais e outras obras de grande importância, o que o levou a transformar-se em figura de ponta do Modernismo Catalão, o outro nasceu pobre e foi alfabetizado aos 36 anos por um menino — seu vizinho. Sua única obra de arte, uma pequena casinha, somente lhe trouxe notoriedade após seu falecimento, em 03 de março de 1985. Os artistas, representados por suas obras, estarão sempre entre nós e nos deixam uma lição preciosa: a arte não conhece fronteiras.  

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PERIGO AO LUAR

PERIGO AO LUAR - AST 30x50 (Paulo Jorge)

VENDIDA

Acrílica sobre Tela – 30×50

Obra participante da Gincana ALeART (agosto de 2020).

ONÇA PINTADA

“O maior felino das Américas a Panthera onca, da família Feliade, é uma das espécies emblemáticas da fauna brasileira. No Pantanal, esse felino costuma habitar as margens do rio Paraguai, onde tornou-se um excelente nadador. No Brasil, a onça-pintada é listada pelo IBAMA (2003) como ameaçada de extinção, e globalmente é classificada como quase ameaçada (IUCN, 2008). A conversão de seu habitat natural em pastos e lavouras é a principal causa da redução de 50% de sua distribuição original. A espécie ocorria historicamente em 21 países, mas já foi extinta no Uruguai e El Salvador.
A onça-pintada é importante para as ações de conservação por ser uma espécie guarda-chuva. Suas exigências ecológicas englobam todas as exigências das demais espécies que ocorrem no seu ambiente. Por isso preservar a espécie é salvaguardar vários outros animais do mesmo ecossistema.
Nos rios do Pantanal encontramos a maior densidade da espécie, mas também indícios de perda de habitat e caça. O pesquisador-chefe do Projeto Bichos do Pantanal já tem registro de 38 onças-pintadas na região da Estação Ecológica Taiamã. Os dados dessa pesquisa são fruto de uma parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que ocorre desde 2008.
O foco das ações do Projeto Bichos do Pantanal é dar continuidade a essas pesquisas. A primeira etapa desse estudo é estabelecer a base populacional da espécie, uma das ferramentas mais importantes para alcançarmos conclusões científicas para a conservação desses animais.
O registro das onças-pintadas será feito mediante fotografia por Câmera Trap e máquinas fotográficas profissionais. Os animais serão catalogados mediante identificação da digital impressa no padrão de manchas frontais das onças-pintadas. Uma forma de estudo não invasiva e que dá a chance de uma interação não agressiva entre pesquisador e felinos.”


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PASSEIO NA PASSAGEM

PASSEIO NA PASSAGEM - AST 50x70 (Paulo Jorge)

DISPONÍVEL

Acrílica sobre Tela – 50×70

Obra participante da Gincana ALeART (03-2022). Foi iniciada em evento de pintura ao ar livre e concluída em estúdio. Retrata o “Beco do Príncipe”, prédio histórico no Bairro “Passagem”, em Cabo Frio – RJ.

Sobre o “BECO DO PRÍNCIPE”

“Esta residência construída no bairro Passagem em Cabo Frio, possui uma história bastante interessante. Em 1958, ao ser adquirido o terreno pela família real Orleans de Bragança, construiu-se no local, um belo casarão em estilo colonial, com dez suítes, pela Empresa Construtora e Imobiliária Tamoio Ltda.
Só que após a obra concluída, o príncipe dom João de Orleans e Bragança em consulta a prefeitura, descobriu que não se poderia construir em todo o terreno, uma vez que parte dele já constituía uma antiga servidão pública, utilizada pelos pescadores locais, para dar acesso ao Canal do Itajuru.
Constatado o equívoco, desapropriou-se parte do imóvel e construiu-se um arco, conhecido como “Beco do Príncipe”. Os herdeiros da família real veranearam em Cabo Frio até 1966. Na mesma década, o casarão foi vendido para a família do ex-senador e fundador do antigo Banco Nacional, José de Magalhães Pinto.”


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O PRESENTE DE PAPAI NOEL

O PRESENTE DE PAPAI NOEL - AST 50x60 (Paulo Jorge)

Acrílica sobre tela – 50 x 60

O PRESENTE DE PAPAI NOEL


Pintei esse quadro para ilustrar minha experiência negativa com o tal “Papai Noel”.
Clique aqui para ler essa história.

PASSO A PASSO

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FORTE SÃO MATEUS

FORTE SÃO MATEUS - Acrílica sobre tela - 50 x 60 (Paulo Jorge)

FORTE SÃO MATEUS

Acrílica sobre tela – 50 x 60

DISPONÍVEL

Obra participante da Gincana ALeART (30/11/2021), baseada em foto distribuída pelos organizadores.

Sobre o FORTE SÃO MATEUS

“Erguida em 1620, a construção que dá nome à principal praia de Cabo Frio, a Praia do Forte, revela uma das mais bonitas vistas da região. Dos mirantes da fortaleza, observa-se toda a orla, parte do Canal do Itajuru e a Ilha do Japonês.

O Forte de São Mateus é Patrimônio Histórico Nacional. Foi erguido para proteger a costa dos ataques dos franceses, holandeses e ingleses que invadiam a região em razão da imensa quantidade de Pau-Brasil que existia por aqui em meados do século XVII.

Com quase quatro séculos de história (completa 400 anos em 2.020), o Forte abriga o Espaço Cultural do Forte São Mateus, que tem um acervo fotográfico permanente de Wolney Teixeira, dos anos 1940 e 1950.

O Forte está localizado no final da Praia do Forte, próximo ao bairro Passagem e fica aberto diariamente em horário comercial, de 8h às 18h. A visitação é gratuita.” (https://cabofrio.rj.gov.br/forte-sao-mateus-bate-recorde-de-visitacao/)

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RIO URBANO

RIO URBANO - AST 40x50 (Paulo Jorge)

RIO URBANO

Acrílica sobre tela – 50 x 60

Paisagem urbana do município de Petrópolis-RJ, baseada em foto distribuída pelos organizadores da Gincana 16/2021 (ALeART)

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